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A AFA

A empresa AFA - ARQUEOLOGIA E FORMAÇÃO APLICADA foi fundada em Abril de 2014, após 14 anos de experiência profissional na área da Arqueologia e de Património do seu fundador. Somos uma empresa dinâmica que concilia experiência de trabalho dos seus quadros técnicos com o rigor que o estudo do Património histórico-arqueológico requer e a necessidade de responder às exigências do mercado.

A nossa missão é sempre dar uma resposta positiva aos nossos clientes encontrando soluções para a gestão do património cultural. Atuamos em diversas áreas do património com meios técnicos e humanos de excelente qualidade e dentro dos padrões exigidos pela entidade reguladora dos trabalhos arqueológicos. Entre as áreas de intervenção destacam-se os LICENCIAMENTOS ARQUEOLÓGICOS DE OBRAS / COMPUTAÇÃO GRÁFICA 2D E 3D VIDEO E ANIMAÇÃO / GESTÃO PATRIMONIAL / CONSERVAÇÃO E RESTAURO / EDUCAÇÃO PATRIMONIAL / ESTUDOS PATRIMONIAIS.

Um dos compromissos assumidos pela AFA é a FORMAÇÃO de profissionais nas áreas de ARQUEOLOGIA, ARQUITETURA e TURISMO e na COMPUTAÇÃO GRÁFICA DO PATRIMÓNIO CULTURAL. Por isso desenvolvemos ações de formação em formato presencial, e-learning e b-learning.

O nosso lema é: A ARQUEOLOGIA NÃO É UM IMPASSE, É UM DESENLACE!

Projetos em Curso

A AFA no 17º Simposio Internacional de Morfologia Dentária (ISDM) e 2º Congresso da Associação Internacional para Paleodontologia (IAPO), realizado na cidade de Bord&eac

A AFA no 17º Simposio Internacional de Morfologia Dentária (ISDM) e 2º Congresso da Associação Internacional para Paleodontologia (IAPO), realizado na cidade de Bord&eac

A AFA no 17º Simposio Internacional de Morfologia Dentária (ISDM) e 2º Congresso da Associação Internacional para Paleodontologia (IAPO), realizado na cidade de Bordéus, França. Uma equipa da AFA apresentou o caso da sepultura 255 da intervenção arqueológica "Recuperação e Ampliação da Igreja de Travanca em Santa Maria da Feira", projeto AFA.2015.0087.

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serviço 1

Licenciamento Arqueológico de Obras

Elaboração de cadernos de encargos
Sondagem de Diagnóstico Arqueológico
Escavação Arqueológica
Acompanhamento Arqueológico de Obra
Fiscalização de Obra
Estudos de Ordenamento
Estudo de Impacte Ambiental
Caracterização Situação de Referência
Caracterização de Referência do Património Cultural Inserido no Dossier de Ambiente
Planos de pormenor, planos directores municipais e cartas arqueológicas

Gestão e Coordenação de Projectos
Antropologia Física e Biológica
Desenho arqueológico
Bases de Dados
Tratamento e Estudos de Espólio

serviço 5

Formação

Em processo de certificação pela Direcção Geral do Emprego e das Relações de Trabalho.
Brevemente serão apresentadas as actividades de formação.

serviço 3

Estudos patrimoniais

Levantamento e Estudo de Bens Patrimoniais

serviço 4

Gestão Patrimonial

Projectos Museológicos
Estudo e inventariação de colecções
Circuitos arqueológicos e de turismo patrimonial
Elaboração de projectos de promoção, divulgação e dinamização de recursos endógenos
Soluções de Sinalética

serviço 2

Conservação e Restauro

Avaliação e diagnóstico
Espólio Arqueológico
Estruturas Arqueológicas

serviço 6

Educação Patrimonial

Seções temática em escolas
Workshop de simulação arqueológica
Oficinas de Arqueologia experimental

FAQ'S

Depende. Em primeiro lugar deverá consultar o Plano Diretor Municipal em vigor, confrontando com a localização da sua propriedade/imóvel. Deste modo saberá se existe condicionante arqueológica e os termos da mesma. Se o projeto não se enquadra em nenhuma das anteriores situações, os serviços de Arqueologia só serão necessários se a autarquia local ou a Direção Geral do Património Cultural (DGPC) assim o determinarem.
Segundo a orientação expressa na Lei de Bases do Património Cultural (Lei nº 107/2001, de 08/09, art.º 75.º) e no Plano Diretor Municipal (Diário da República nº168/2012, de 30/08, Aviso n.º 11621/2012, art.º 33.º), porque a intervenção urbanística vai ser realizada em área onde é conhecida ou presumida a existência de vestígios arqueológicos, que poderão ser afetados pela execução do referido projeto. Neste caso deverão ser cientificamente identificados e salvaguardados.

O licenciamento arqueológico faz parte das especialidades de um projeto. Sem a aprovação dessa especialidade o projeto não é licenciado.
Segundo o artº 6, alínea 2 do decreto-lei nº 164/2014, “Os pedidos de autorização são apresentados com a antecedência de 15 dias relativamente ao início dos trabalhos, considerando-se tacitamente deferidos caso a DGPC não se pronuncie naquele prazo”. Após a emissão do despacho de autorização pode ser levantado o alvará de construção.
Segundo o Decreto-Lei n.º 164/2014, de 04 de Novembro (Regulamento de Trabalhos Arqueológicos) art.ª 6 alínea 8 “A autorização é válida por um ano contado a partir da data do despacho de autorização, devendo ser requerida a sua renovação caso os trabalhos arqueológicos se prolonguem por um período superior”. Isto significa que após um ano da data do despacho de autorização de trabalhos arqueológicos o mesmo tem de ser renovado mesmo que a obra não tenha iniciado.
De acordo com a Lei nº 107/2008, de 08.09, art.º 79.º, nos 2 a 4, quem custeia os trabalhos de arqueologia é o promotor da intervenção urbanística.

Subjacente a esta diretriz legal está o princípio do “afetante-pagador”, ou seja, os custos são da responsabilidade de quem promove a intervenção urbanística que vai afetar o património arqueológico, assim como qualquer outra especialidade do projeto.
Segundo o n.º 3 do art.º 74º do Lei nº107/2001 de 8 de Setembro, o espólio recolhido é património nacional. Compete à Direção Geral do Património Cultural (DGPC) definir o destino final desse mesmo espólio, o qual deverá integrar uma coleção pública, independentemente de posteriormente ser possível o mesmo ser requisitado pelos proprietários para integrarem eventuais espaços museológicos que, de alguma forma façam a evocação da memória do espaço.
O arqueólogo regista e documenta qualquer vestígio arqueológico identificado durante a sua permanência em obra, ao mesmo tempo que assegura que os mesmos não interferem com o andamento dos trabalhos em execução.
Não. O arqueólogo permanece em obra durante os trabalhos de afetação de subsolo, ou quando exigido pela tutela, durante a realização de demolições e picagens de paredes.